Angola
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Angola exporta 94,06 milhões de barris no valor de USD 7,16 mil milhões

As exportações de petróleo bruto de Angola atingiram 94,063 milhões de barris, no segundo trimestre deste ano, 2023, um volume avaliado em 7,16 mil milhões de dólares norte-americanos.

Ao preço médio de USD 76,19/barril, os números, ainda provisórios, apontam para um aumento das exportações na ordem de 6,71% face ao período anterior e uma redução de 9,47% em relação ao período homólogo, 2022, de acordo com os resultados sobre as exportações de petróleo e gás apresentados, esta terça-feira, pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPT).

No mesmo sentido, o valor bruto também subiu 3,34% em comparação com o 1º trimestre deste ano, mas teve uma redução acentuada de 39,41% face ao período homólogo, segundo o documento que foi apresentado pelo director do Gabinete de Estudo, Planeamento e Estatística do MIREMPT, Alexandre Garrette.

No 2º trimestre de 2022, o valor com as exportações fixou-se em USD 11,82 mil milhões resultante da exportação de 103,89 milhões de barris ao preço médio de USD 113,92/barril.

Já no primeiro trimestre deste ano, 2023, os valores cifram-se em USD 6,93 mil milhões com a exportação de 88,14 milhões de barris ao preço médio de USD 81,17/barril.

China recebe 64,25% das exportações

As quantidades exportadas tiveram como destinos principais, a China (64,25%), Índia (6,20%), Brasil (4,25%) e a Espanha (4,05%).

Do volume das exportações, 22,35% foram da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), a Concessionária Nacional, 16,35% da Sonangol, a petrolífera nacional.

Quantos às companhias internacionais, destaca-se a TotalEnergies (14,40%), a BP (10,31%), a SSI (8,09%), a ENI (7,81%), a ESSO (6,95%), a Cabgoc e a Equinor (5,99% e 5,10%), respectivamente.

O anúncio dos cortes voluntários na produção de 1,6 milhões de barris/dia, de Maio até ao final de 2023, pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP), os prolongamentos dos cortes para 2024, o fortalecimento das actividades económicas nos Estados Unidos da América (EUA) influenciam positivamente no aumento dos preços.NE