logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo
star Bookmark: Tag Tag Tag Tag Tag
Brazil

Em clássico fraco, Cruzeiro empata sem gols com o Atlético-MG

No calor da tarde de domingo (10) em Belo Horizonte, Cruzeiro e Atlético-MG fizeram um dos jogos mais "frios" desta edição do Campeonato Brasileiro e terminaram o clássico mineiro, válido pela 32ª rodada, com o placar em branco.

O empate por 0x0 foi reflexo das campanhas irregulares que as duas equipes têm feito na competição e manteve, principalmente o time cruzeirense, em uma situação de risco na luta para evitar o rebaixamento. Enquanto o Botafogo, 17º colocado, está com 33 pontos, a equipe comandada por Abel Braga, mesmo invicta agora há dez jogos, chegou apenas aos 35 pontos, em 15º lugar. O Fluminense, com 34, é o 16º. Os comandados de Vagner Mancini têm agora 40 em uma zona mais intermediária da tabela.

As duas equipes começaram o duelo no estádio da Pampulha com esquemas praticamente espelhados em um 4-5-1, mas a semelhança estava apenas no posicionamento tático. Era o Cruzeiro que tinha mais iniciativa ofensiva, ao mesmo tempo em que seu rival se recolhia e estudava mais suas ações, se posicionando praticamente todo atrás da linha da bola quando a posse não era sua.

A primeira boa oportunidade do duelo foi desperdiçada por Thiago Neves, aos 11 minutos. O meia recebeu passe de Marquinhos Gabriel pela direita e mandou um chute da entrada da área que passou próximo à trave esquerda de Cleiton.

Mesmo sem se expor muito no confronto naqueles instantes iniciais, aos 22, o Atlético-MG respondeu com um chute de média distância de Cazares, que assustou Fábio e pôs a bola a centímetros da meta cruzeirense.

Aos poucos, o time visitante foi adiantando suas linhas e começou a incomodar mais a defesa da equipe de Abel Braga. Aos 37, Fábio Santos por pouco não inaugurou o placar com um chute forte pelo lado esquerdo que acabou desviando em Cacá e beijando o travessão.

Logo na volta para o segundo tempo, a opção do treinador cruzeirense era evidente, ao trocar o meia Marquinhos Gabriel pelo atacante David: dar mais velocidade ao time nas retomadas. O clássico, entretanto, não trouxe nada de novo, com as duas equipes ainda falhando muito, individual e coletivamente, na tentativa de criar jogadas. O resultado disso era um jogo quase completamente desprovido de emoção, com a maior parte das chances proporcionadas apenas por lances de bola parada.

Contrariando a tendência, aos 22 minutos e aos 26, David participou de duas jogadas que levaram perigo a Cleiton, ambas pelo lado esquerdo. Na primeira, levantando a bola para cabeçada perigosa de Fred. Na segunda, obrigando o goleiro atleticano a espalmar chute perigoso que arriscou próximo ao bico da grande área.

Já o Atlético ainda perderia uma boa chance com Igor Rabello, aos 41, que chutou de voleio e teve a trajetória da bola desviada para escanteio pela zaga rival. Mas àquela altura qualquer alteração no placar se tornaria injusta, tamanha a má qualidade do confronto.

Themes
ICO