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Feriadão: ferry-boat registra espera de 2h para carros

Com o feriadão do Dia de Finados, que acontece na próxima segunda-feira (2), o movimento no sistema ferry-boat no sentido Salvador- Ilha de Itaparica já se intensificou neste sexta (30). Segundo a Internacional Travessias Salvador, administradora do sistema, o fluxo de veículos é intenso, o que faz com que a espera para os automóveis embarcarem no terminal de São Joaquim, na capital, seja de 2h para carros. Os pedestres têm esperado cerca de 1h30 para embarcarem, com o registro de um movimento moderado de pessoas que viajam a pé.

No sentido contrário, o fluxo no Terminal de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, é tranquilo, afirma a empresa. As viagens são realizadas por 5 ferris. São eles: Zumbi dos Palmares, Pinheiro, Anna Nery, Dorival Caymmi e Ivete Sangalo. Na quinta (29), a capacidade das embarcações passou de 50% para 75%. O mesmo ocorreu com as Lanchas e Catamarãs. O acréscimo é válido para as linhas entre Salvador e Itaparica, Salvador e Vera Cruz e Salvador e Morro de São de Paulo, serviços intermunicipais regulados pela Agerba.  

No sentido Salvador-Ilha de Itaparica, as viagens ocorrem às 5h, 6h, 8h, 10h, 11h, 12h, 14h, 15h, 16h, 18h, 19h, 20h e 22h. A partir da Ilha de Itaparica, os ferries saem às 5h, 6h, 8h, 9h, 10h, 12h, 13h, 14h, 16h, 17h, 18h, 20h e 22h. Saídas extras ainda acontecem nos momentos de maior demanda.

Experiência do passageiro
A depender do horário da saída do Terminal de São Joaquim, a experiência do passageiro muda. A estudante de direito Maria Eugênia Andrade, 23 anos, foi até a ilha na viagem das 8h, no ferry Dorival Caymmi. Ela relatou que o processo de compra da passagem e embarque foi rápido, durando pouco mais de meia hora, o problema foram as aglomerações que se formaram no barco.

“Como eu estava de moto, subi cedo, o ferry ainda estava vazio e sentamos nas cadeiras respeitando as marcações do isolamento social. Depois muitas pessoas chegaram sentando nas cadeiras proibidas, que tinham um X. Com isso, se formou uma aglomeração. Ainda tinha gente sem máscara dentro do ferry ou com a máscara para baixo”, contou a estudante. Ela acredita que o número de passageiros tenha ultrapassado a quantidade máxima de 75% da capacidade da embarcação.

No desembarque, a aglomeração piorou. De acordo com a jovem, os passageiros foram para a saída do barco quando o ferry se aproximou da ilha, o que causou um grande tumulto. A estudante disse ter ficado horrorizada com a situação e irritada com o fato da Internacional travessias não fiscalizar o cumprimento dos protocolos de saúde durante a viagem.

“Não tinha fiscal onde eu estava, eu estava preocupada pois sou asmáticas, mas não tinha ninguém para reclamar”, comentou.

A estudante acredita que muitos dos passageiros viajavam para curtir o feriadão, o que era perceptível pelas malas e objetos de praia que as pessoas carregavam. Maria Eugênia observou ainda que a fila de carros era muito grande, o que causava engarrafamentos até depois da Feira de São Joaquim.

Procurada para comentar a crítica feita pela passageira, a Internacional Travessias respondeu que adotou medidas educativas e de conscientização a respeito das orientações das autoridades com relação à prevenção da Covid-19. 

“Foram instalados telões nos terminais para transmissão de vídeo educativo sobre os procedimentos de prevenção adotados nos terminais e durante as travessias, como a obrigatoriedade do uso da máscara, do distanciamento, e sobre a oferta de álcool em gel. Também foram instalados novos cartazes com instruções aos passageiros. Os avisos e alerta para os procedimentos de prevenção continuam sendo transmitidos através do sistema de rádio. Nos terminais, foram instaladas duas TVs, com instruções de saúde e segurança”, afirmou a empresa.

A Internacional Travessias disse ainda que o sistema ferry-boat possui bilheteria eletrônica, o que permite um total controle de acesso dos passageiros mantendo a quantidade de viajantes dentro da capacidade permitida de 75%.

Antes de viajar, a estudante de Bacharelado Interdisciplinar em Artes, Georgia Vitória, 20, fez o seguinte comentário no no Twitter: “indo pro ferry-boat espero que lá não esteja o próprio inferno”. Acabou que a viagem foi muito tranquila, ao contrário do que esperava a jovem, que foi até a ilha no ferry Pinheiro, na saída de 13h30.

“Quando eu cheguei no ferry, tinha pouquíssima fila para carro e pedestre apesar da grande quantidade de pessoas que estava viajando. Fui como pedestre, esperei meia hora para o ferry chegar e menos de uma hora de viagem. Me surpreendi com o tempo da viagem, foi bem rápida também”, disse.

A estudante disse ainda que não viu aglomerações na embarcação e que todos os passageiros usavam máscara.

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