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Serenatas encerram edição do Verão da Osba na Barra

Quem pensa que o Verão soteropolitano é feito apenas de hits comerciais, com toda certeza, nunca esteve nas apresentações da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba). No final da tarde de ontem, por exemplo, os espetáculos realizados no mirante do Forte São Diogo, no Porto da Barra, não foram suficientes para atender àqueles que chegaram no espaço depois das 16h30.

Com tanta gente, a aposentada Altair Magalhães, 76 anos, disse que, mesmo apresentando o ‘crachá de velho’, não conseguiu ter acesso ao local. “Sempre venho assistir às apresentações da Osba, mas hoje (ontem), ouvir música erudita gratuita com esse pôr do sol seria perfeito”, afirmou, bem humorada.  Apesar de não ter conseguido nem mesmo o acesso para as 20h, a senhora não desanimou e ficou aproveitando a brisa e o visual da Barra.
Frequentador do café do Forte, o administrador Álvaro Guedes, 54, garantiu que apesar de não ter assistido ao show da Osba, o visual já era um espetáculo à parte. “Na correria do dia a dia, a gente não se dá conta de como somos privilegiados”, disse, com o olhar perdido na faixa de sol que se despedia.

O projeto Verão da Osba promoveu concertos sinfônicos de graça e ao ar livre desde a última quarta-feira e contou com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult). Ontem, o repertório de serenatas teve a regência do maestro Carlos Prazeres. No primeiro concerto, estiveram as obras de A. Nepomuceno, E. Elgar e A. Dvorák, e Brahms às 20h.

O secretário municipal de Cultura e Turismo, Claudio Tinoco, acredita que o projeto é uma oportunidade de formar novos públicos para esse tipo de música. “Além das pessoas que já são afeitas a esse estilo, tem um público que não tem acesso a esse tipo de música. No ano passado foi um sucesso”.

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