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Biden aumenta vantagem no Wisconsin após recontagem exigida por Trump

O candidato do Partido Democrata nas eleições presidenciais do início do mês nos Estados Unidos aumentou a sua vantagem no condado mais populoso do estado norte-americano do Wisconsin, após uma recontagem de votos exigida pelo Presidente Donald Trump.

Segundo os resultados oficiais da votação no Milwaukee County, divulgados na sexta-feira à noite, Joe Biden dilatou a vantagem sobre o chefe de Estado em 125 votos. 

No total, o antigo vice-presidente de Barack Obama e vencedor virtual da eleição contra Trump, conquistou mais 257 votos, ao passo que o seu adversário conseguiu juntar 125. O número total de votos validados no Milwaukee County foi de 459,723. 

Em termos absolutos, Biden tem uma vantagem de cerca de 21 mil votos no Wisconsin – um dos estados mais disputados da eleição presidencial, onde Trump derrotou Hillary Clinton em 2016, também por uma curta margem.

“A recontagem demonstrou aquilo que já sabíamos: que as eleições no Milwaukee County foram justas, transparentes, acertadas e seguras”, afirmou o responsável pela processo naquele condado do Wisconsin, George Christenson.

“Os funcionários eleitorais examinaram cada boletim e o processo meticuloso de recontagem de cada voto foi executado correctamente. Foi um processo justo que deu ao candidato lesado que pediu a recontagem uma oportunidade para observar e contestar os boletins que considerava que não deveriam ser contados”, sublinhou Christenson, citado pelo Milwaukee Journal Sentinel.

A equipa de campanha do Presidente – que se tem desdobrado em acções judiciais e pedidos de recontagem em vários estados do país, para alimentar a narrativa da eleição “fraudulenta”, a favor dos democratas, promovida por Trump – gastou cerca de 3 milhões de dólares (perto de 2,5 milhões de euros) na recontagem dos votos deste e de outro condado do Wisconsin.

No domingo deverá ser conhecido o resultado da recontagem no Dane County, outro condado bastante populoso daquele estado norte-americano.

O Presidente dos EUA ainda está a planear mover uma acção judicial sobre o resultado no Wisconsin como um todo. Terá, no entanto, de apressar a sua equipa jurídica, uma vez que o estado tem previsto certificar o desfecho da votação na próxima terça-feira.

Derrota na Pensilvânia

Também na sexta-feira, houve outra má notícia para o chefe de Estado republicano. Um tribunal federal de Filadélfia rejeitou uma contestação judicial da equipa de Trump aos resultados no estado da Pensilvânia – reconquistada por Biden.

“As eleições livres e justas são a força vital da nossa democracia. As acusações de injustiça são graves. Mas dizer que uma eleição foi injusta não a torna injusta. As acusações exigem alegações específicas e, depois, prova. Não existe nada nisso aqui”, escreveu o juiz Stephanos Bibas, na resolução judicial, citado pela Associated Press.

Os advogados de Trump pretendem, ainda assim, pedir recurso ao Supremo Tribunal do estado da Pensilvânia.
Segundo as projecções dos principais meios de comunicação dos Estados Unidos, Joe Biden conquistou 306 votos no Colégio Eleitoral – são necessários 270 para ser declarado vencedor da eleição – contra 232 de Donald Trump.

No voto popular, o candidato democrata lidera com mais de 6 milhões de votos sobre o Presidente em funções. Trump ainda não reconheceu a derrota e promete continuar a lutar com todas as armas para se manter na Casa Branca depois do dia 20 de Janeiro.

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