Entre 15 a 30 de junho a Bulgária abriu as fronteiras aos cidadãos da União Europeia e a britânicos, bósnios, sérvios e montenegrinos, assim como trabalhadores sazonais, pessoal médico e a investidores de outros países que não estes.

Mas Portugal também não faz parte da lista dos bem vindos. Quem chega de Portugal, da Suécia e do Reino Unido e qualquer outro país fora da lista de países considerados seguros em termos epidemiológicos tem que  fazer 14 dias de quarentena. Só os motoristas em trânsito são a exceção.

Mais informações podem ser consultadas aqui.

As portas da Croácia abriram quase sem medo na tentativa de recuperar o setor turístico do país. Mas abriram primeiro, e sem restrições, para países como a Áustria, a República Checa, Estónia, Alemanha, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia e Eslovénia. O governo, no entanto, garante reunir os dados de todos os visitantes em caso de surto para depois os poder rastrear.

Os restantes passageiros vindos de outros países da União Europeia só podem entrar na se tiverem motivos para isso. No entanto basta uma reserva num alojamento para preencher este requisito e não ser sujeito a qualquer restrição. A quarenta só é obrigatório em caso de sintomas.

Pode obter mais esclarecimentos sobre as regras aqui.

No Chipre também existem dois grupos diferentes de países sujeitos a regras diferentes. Num dos grupos não existem restrições de entrada. Num segundo grupo há regras a cumprir, como a quarentena. Portugal não consta de nenhuma das duas (à semelhança da Suécia e do Reino Unido), ou seja, a entrada estará proibida. Estas listas estão em constante atualização tendo em conta os dados epidemiológicos de cada país.

Pode acompanhar esta evolução aqui.

A lista de países com baixo risco de Covid-19 é frequentemente atualizada de acordo como os dados epidemiológicos. A última atualização foi feita esta segunda-feira, dia 13 de julho, em que países como a Sérvia e Montenegro deixaram de ser considerados de baixo risco para viagens.

Portugal continua, no entanto, na lista de países de países considerados de baixo risco, pelo que quem apanhe o avião em território português com detido à República Checa não precisa fazer prova do objetivo da viagem e está sujeito às mesmas regras que existiam pré-Covid-19.

Essas regras são as que pode ver aqui.

Suécia com o maior número per capita de mortes por Covid-19 na última semana

As fronteiras ainda não abriram. A Dinamarca só aceita turistas alemães, noruegueses e islandeses. Para os restantes países da União Europeia e do espaço Schengen, a regra é terem menos de 20 infeções por cada 100 mil habitantes.

Portugal tem, neste momento, uma incidência de 120 casos por 100 mil habitantes, pelo que está longe de reunir essas condições, como é possível consultar aqui.

Desde 1 de junho que a Estónia abriu as fronteiras aos países da União Europeia e de Schengen, desde que os passageiros não tenham qualquer sintoma do novo coronavírus.

Mas há outra regra: todos os viajantes que passarem, no mínimo, 14 dias, num país com mais de 15 infeções por cada 100 mil habitantes terão que ficar 14 dias de quarentena. Esta lista é atualizada todas as sextas-feiras e inclui Portugal, assim como a Bulgária, a Croácia, a República Checa, Luxemburgo, Roménia ou a Suécia.

A quarentena implica ficar em casa ou em algum alojamento e só sair para ir ao médico ou comprar bens essenciais. Não se aplica portanto, a viagens para destinos considerados ainda com surtos descontrolados, como pode ver aqui.

A Finlândia alargou esta segunda-feira, 13 de julho, a lista de países de que pode receber visitantes por via aérea. Mantém contudo o conselho de que as viagens devem ser apenas essenciais, até porque há ainda muitos casos no país. Serão permitidas viagens de lazer com alguns países que pode consultar aqui, mas onde Portugal não está incluído.

A partir desta segunda-feira foram incluídos na lista os Países Baixos, Bélgica, Itália, Áustria, Grécia, Malta, Alemanha, Eslováquia, Eslovénia, Hungria, Liechtenstein, Suíça, Chipre, Irlanda, Andorra, São Marinho e Vaticano. O critério utilizado deixa de fora Portugal, Espanha e França, por exemplo.

O governo teve em conta os países com um máximo de oito casos de doença por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. A próxima avaliação será feita a 27 de julho. Na Finlândia as regras de segurança continuam a ser o distanciamento físico e a higiene respiratória. Não há qualquer indicação para usar máscaras em espaços públicos ou nos transportes, embora seja recomendado o seu uso no aeroporto.

A maior parte dos países da União Europeia pode fazer voos para França sem que os seus passageiros sejam obrigados a fazer quarentena. No entanto, o Governo francês fez uma lista de países fora da União Europeia que são considerados de risco, precisamente por não oferecerem condições de testagem aos viajantes antes de partirem. Por isso, este fim de semana, o governo começou também a fazer testes voluntários nos maiores aeroportos de Paris, que podem vir a tornar-se obrigatórios para estes países, como noticiou esta segunda-feira o Le Monde.

Além dos países da União Europeia, onde se inclui Portugal, não serem obrigados a quarentena, também a Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça, Mónaco, São Marino, Vaticano e Andorra têm a mesma liberdade, como pode ler aqui.  Já os cidadãos que venham do Reino Unido são obrigados a um período de quarentena de 14 dias, em resposta à mesma imposição feita por aquele país.

Desde 21 de junho que não há países da Europa ou do espaço Schengen com restrições de entrada na Alemanha e, a 2 de julho, esta possibilidade foi mesmo alargada a outros países como como a Austrália, o Canadá, a Nova Zelândia ou a Tailândia e o Uruguai.

Quanto à China, ao Japão e à Coreia do Sul depende da reciprocidade destes países. A Alemanha lembra que não estão e causa as nacionalidades, mas a origem dos viajantes. Esta lista será adaptada e pode ser vista aqui.

A Grécia começou por abrir as portas do aeroporto de Atenas a todos os países sob obrigação de fazerem quarentena e testes, depois foi aliviando as regras. Atualmente só obriga a testes os passageiros oriundos de países que a Agência da União Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) considere de risco. Portugal não está incluído nessa lista. Pode obter mais informação aqui.

As fronteiras da Hungria também já abriram e a única obrigação de quarentena é para passageiros que cheguem do Reino Unido, como pode perceber pelas informações colocadas aqui.

Na Islândia, como pode ver aqui, é exigido um período de duas semanas de quarentena a todos os viajantes que ali cheguem. E têm que fazer um teste à chegada, porque não são aceites testes vindos de fora. Crianças nascidas depois de 2005 são a exceção a esta regra.

Além disto, todos os viajantes têm que deixar informações suas para um possível rastreio e são encorajados a descarregar a aplicação móvel para rastrear casos da Covid-19, a Rakning C-19.

Na Irlanda também é exigido um período de quarentena a todos os que cheguem, exceto aos que tiverem como origem a Irlanda do Norte, forem trabalhadores essenciais ou diplomatas. Todos têm que preencher um formulários com informações do passageiro e isolarem-se 14 dias, sob pena de pagarem uma multa de 2500 euros. Mais informações disponíveis aqui.

Desde o dia 3 de junho que todos os países da União Europeia, do espaço Schengen e mesmo o Reino Unido podem viajar para a Itália, sem obrigatoriedade de fazerem quarentena. Cidadãos destes países que estiveram nas duas semanas anteriores em países fora desta lista, serão obrigados a fazer quarentena.

Pode obter mais informações aqui.