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Ébola: Profissionais de saúde da RD Congo iniciam greve

"Não se pode simplesmente trabalhar sem receber algo. Desde o início do trabalho de resposta [à epidemia] que as pessoas não têm sido pagas. Decidimos parar de trabalhar desde segunda-feira. Hoje é o segundo dia", disse Guelord Mpeti, porta-voz dos grevistas, à agência noticiosa France-Presse.

Apesar de reconhecer "um problema", o ministro da Saúde da RDCongo, Eteni Longondo, assegurou que "o ministro das Finanças já ordenou um desembolso parcial" para os salários.

"Esperamos que esta semana o Banco Mundial possa dar-nos o dinheiro para enviar para Mbandaka [cerca de 600 quilómetros a norte da capital congolesa, Kinshasa], onde os agentes de resposta deixaram de trabalhar", apontou o ministro, citado pela AFP.

O ministro acrescentou que os profissionais de saúde destacados para o combate ao Ébola "devem voltar ao trabalho porque o número de casos está a aumentar e o mesmo se passa com as mortes".

"A situação será resolvida esta semana ou na próxima", prometeu Eteni.

A equipa de resposta contra a febre hemorrágica do Ébola é constituída por médicos, enfermeiros, administradores de vacinas, psicólogos, motoristas de ambulâncias, trabalhadores de saneamento local e pessoa responsável pela sensibilização das populações.

A 11.ª epidemia de Ébola na RDCongo foi declarada em 02 de junho, em Mbandaka, capital da província do Equador.

Os dados mais recentes registam 73 casos e 32 mortes.

A 10.ª epidemia de Ébola no país foi a mais mortal em solo congolês. Declarada em 01 de agosto de 2018, na região de Beni, Kivu do Norte, esta provocou a morte de 2.277 pessoas ao longo de quase dois anos, até o seu fim ter sido declarado oficialmente em 25 de junho deste ano.

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