Portugal

Lugar Presente organiza em Viseu 1º festival internacional de dança jovem

"A ideia deste festival é que não seja só uma apresentação simples das peças. Nós convidamos os artistas e as escolas participantes a estarem presentes o tempo todo, de maneira a verem os trabalhos uns dos outros, partilharem experiências e formação, com 'masterclasses', porque mais do que um ambiente de festival é de partilha", assumiu o diretor de produção da escola Lugar Presente, Albino Moura.

O responsável explicava aos jornalistas que este primeiro festival internacional de dança jovem "não quer ser uma mostra simples de trabalhos, mas sim uma partilha de conhecimento", até porque a escola Lugar Presente quer ser "uma rampa de lançamento para o mercado de trabalho, para o mundo".

"Não queremos ser apenas um centro de formação que forma pessoas para depois não saberem muito bem o que vão fazer com aquilo. Queremos que a nossa escola tenha uma porta para entrarem em formação e a mesma porta proporcione a saída para trabalho e experiências internacionais", esclareceu Albino Moura.

Em três dias de apresentações, há três escolas presentes e o festival abre com a escola belga Kunsthumaniora Hedendaagse Dans, enquanto no segundo dia é "uma escola portuguesa de referência, a Academia de Dança de Setúbal", e no terceiro dia é a escola viseense Lugar Presente.

"São momentos em que alunos do mesmo nível de ensino, secundário, se apresentam, porque são escolas que trazem alunos do nível secundário e estão a partilhar com os pares o seu trabalho e experiência", explicou.

Albino Moura adiantou que, para além das escolas, "em cada um dos dias, são apresentados dois coreógrafos que responderam a uma 'open call' lançada em janeiro no sentido de trazerem as suas primeiras obras ou uma das suas primeiras obras".

"Na perspetiva de lançar novos valores, novas propostas criativas, novas formas de ver a dança e tivemos a resposta de 15 autores, vindos de vários pontos da Europa, e selecionámos seis, das quais duas são estrangeiras, curiosamente as duas da Holanda, e as outras quatro são nacionais", precisou.

Assim, o primeiro dia, para além do trabalho da escola belga, é possível assistir a uma coreografia de Mariana Dias e Rafael Pinto e uma segunda coreografia e interpretação de Maria Antunes.

No sábado, é a Academia de Dança de Setúbal que apresenta a sua performance e é possível ver a criação e interpretação de Cacá Otto Reuss e Magda Almeida e ainda uma coreografia de Doke Pauwels que chega em forma de filme.

"No caso das apresentações por 'streaming' há um em que elas decidiram refazer e fizeram um filme de propósito para este festival, da peça que vinham cá apresentar. É super interessante, porque um 'streaming' não é a mesma coisa que um espetáculo", considerou a diretora artística do festival, Leonor Keil.

Leonor Keil elogiou ainda a "capacidade que elas tiveram de descobrirem uma nova forma de apresentar o espetáculo sendo justas consigo próprias, com o seu trabalho e com o público" o que, no seu entender, desperta "muita curiosidade" de ver o resultado deste grupo holandês.

O último dia dedicado à escola Lugar Presente, com uma coreografia de São Castro, e ainda uma coreografia de Hugo pereira e Esther Latorre, e uma coreografia e interpretação de Iris Boer e Sebastian Pickering.

O festival decorre de 20 a 22 de novembro, com os espetáculos a acontecerem o Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), no Fontelo, em Viseu, e com o "cumprimento de todas as regras em vigor, tendo em conta a pandemia".

O festival conta com um apoio da Câmara Municipal de Viseu, através do programa Viseu Cultura, de "40 mil euros mais até 10 mil em apoio não financeiro", explicou o vereador Jorge Sobrado.

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