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Portugal

Macau. A noite gelada que pôs fim à “humilhação”

Fogo de artifício nos céus da Praça Tiananmen, em Pequim, a 18 de dezembro de 1999, celebrando a transição da soberania macaense de Portugal para a China

Natalie Behring / Reuters

Único português presente na Praça Tiananmen quando o Governo chinês reassumiu a soberania de Macau, o então correspondente da agência Lusa em Pequim recorda essa noite histórica

O “regresso de Macau à pátria” representava “o fim da humilhação nacional”. “Mais um importante passo para a completa reunificação da China”, proclamavam os jornais.

Como outros marcos históricos, o palco escolhido para a celebração foi a Praça Tiananmen, no centro físico e político de Pequim. O tempo, no entanto, não se prestava a grandes festas. Este mês de dezembro estava a ser o mais frio da década, e na noite de 19 para 20 a temperatura iria descer aos 12 graus negativos.

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