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Portugal

Pirataria custa cerca de 80 milhões de euros a Portugal

Trocar experiências e criar novos meios de combate à pirataria que todos os anos ‘rouba’ ao mercado do audiovisual cerca de 80 milhões de euros. Estes são apenas dois dos principais objetivos do primeiro Encontro Luso-Brasileiro sobre Pirataria Audiovisual, que decorre entre segunda e terça-feira em Lisboa.

A ideia do certame é aliar forças entre os dois países, pois se Portugal é um exemplo mundial no que diz respeito ao bloqueio de links ilegais - em 2018 foram desativados dois mil milhões - o Brasil já efetuou várias operações de desmantelamento de redes criminosas de distribuição ilícita de canais de televisão por cabo ou IPTV. Ainda assim, continua a ser o 4º país no ranking de consumo de pirataria audiovisual no Mundo inteiro.

"Na Europa têm-se multiplicado este tipo de operações que têm efeitos em Portugal, apesar da lamentável ausência de resposta por parte das nossas autoridades judiciais no combate a este tipo de fenómeno", revela António Paulo Santos.

"Estamos a falar de crime organizado, pelo que tem de existir envolvimento policial", acrescenta o diretor-geral da Associação Portuguesa de Defesa das Obras Audiovisuais (GEDIPE), alertando para as "implicações sociais enormes" da pirataria, nomeadamente a perda de milhares de postos de trabalho.

Na forja está ainda a criação de um laboratório/entidade luso-brasileira para identificação e recolha de provas deste tipo de infrações.

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