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Abel defende e elogia Breno Lopes após goleada sobre o São Paulo: ‘Fui injusto com ele’

A goleada do Palmeiras por 5 a 0 sobre o São Paulo nesta quarta-feira, 25, é a maior da equipe em um clássico com o rival desde 1965. Destaques para Breno Lopes e Piquerez, com dois gols cada, mas também de Endrick e Raphael Veiga, que ajudaram a construir vitória expressiva pelo Brasileirão – com 3 a 0 ainda no primeiro tempo. Abel Ferreira reconhece a força da equipe na partida – possivelmente a melhor da temporada – e avalia as decisões que tomou na escalação.

Com três zagueiros, sem Rony, a dupla Endrick e Breno Lopes foi o principal destaque da partida. O camisa 19, questionado por parcela da torcida, voltou a marcar após 40 dias; com seus dois gols, o Palmeiras também volta a vencer no Allianz Parque. Autor do tento que deu o título da Libertadores ao clube em 2020, Abel reconhece que foi “injusto” com o atacante nos últimos anos.

“Breno talvez seja o jogador aqui no Palmeiras que eu fui mais injusto. Ao contrário do que alguns pensam, eu já disse à frente de todo o grupo e digo aqui na comunicação social. Quando eu olho para a minha consciência, percebo que foi o jogador que eu fui mais injusto”, afirmou Abel em entrevista coletiva após o jogo.

Com a lesão de Dudu no joelho, que deixará o atacante longe dos campos até o próximo ano, Breno Lopes ganhou nova oportunidade nesta quarta. No Brasileirão, foi titular em apenas cinco dos 29 jogos do time. Mesmo sem esse ritmo de um titular, foi de seus pés que saiu a vantagem inicial do time alviverde na partida.

“Esta equipe tem esta capacidade de resiliência muito forte. A verdade é que depois do Boca tivemos uma queda muito grande. Produzimos o suficiente mais do que hoje, por exemplo na segunda parte contra o Boca. Infelizmente não conseguimos, só fizemos um gol. Mas faz parte”, continuou o treinador.

Em realidade oposta, Rony, titular do time e a quem o português já fez “juras de amor”, começou no banco contra o São Paulo. Endrick, camisa 9, foi escolhido em seu lugar. Mesmo assim, o treinador garante que nada muda em sua relação com o atacante, fundamental nas conquistas do time desde a chegada do português ao País.

“Ninguém ama mais minhas filhas do que eu. Mas quando elas estão inseguras ou não fazem aquilo que queremos, preciso ajudá-las. Com o Rony é o mesmo”, defende o treinador. “Quero proteger, resguardar. Meu carinho pelo Rony continua o mesmo.”

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