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Brazil

Lobão critica Roger Waters enquanto Edgard Scandurra elogia fundador do Pink Floyd

Lobão Roger Waters Bolsonaro

Lobão

As críticas de Roger Waters a líderes fascistas no mundo estimularam as manifestações de alguns roqueiros brasileiros.

Conhecido por sua militância de extrema-direita, Lobão chegou a chamar o fundador do Pink Floyd de “cafonérrimo”.

“O povo brasileiro não vai aturar “cagagomization” de artista popstar vivendo numa bolha. Não vive no país, ignora solenemente o complexo contexto nacional e é uma irresponsabilidade (para ser educado) praticar proselitismo político de viés demagógico. Fora isso, Roger Waters é cafonérrimo”, atacou Lobão.

Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, também disparou contra o músico britânico: “Você que é um idiota que quer que o Brasil vire a Venezuela, vá ver o Roger Waters. Se for um brasileiro decente e inteligente, vá ver meu show”.

Edgard Scandurra, por sua vez, saiu em defesa de Roger Waters:

“Mestre Roger Waters, meus sinceros agradecimentos por toda a sua obra e posicionamento político. Muitos muros se levantarão e a árdua luta para derruba-los jamais será em vão. Meus respeitos a quem pensa diferente. Me permitam apenas dizer o que penso sem que precise ouvir ofensas e agressões. Obrigado a todos”, disse o guitarrista do Ira, em publicação escrita em inglês.

Teago Oliveira, vocalista e líder da Maglore, seguiu a mesma linha de Scandurra. Para ele, os fãs que vaiaram Waters em sua primeira apresentação “não entenderam nada de Pink Floyd”.

“Eu acho no mínimo uma contradição o sujeito ouvir as músicas do Pink Floyd, as letras principalmente, e ainda assim fazer campanha ou votar no Bolsonaro”, assinalou.

Teago se diz envergonhado com o comportamento dos fãs. “É um infame reflexo do que é ser brasileiro nos tempos atuais, né? Bolsonaro claramente disse que é a favor da tortura e não vê problema na ditadura. Agora mudou o discurso para ganhar votos. Waters só disse a verdade.”

Em uma nova apresentação na noite desta quarta-feira (10), Roger Waters mostrou que não sentiu-se intimidado e voltou a criticar Jair Bolsonaro (veja aqui).

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