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Morre o motociclista Orivaldo da Silva, o Kabeleira, aos 65 anos

 (crédito: Arquivo Pessoal)

(crédito: Arquivo Pessoal)

“O cara que parou Brasília”, é assim que o presidente do Kamikazes Moto Clube, Edmilson José Araújo de Farias, ou Pica-Pau, como é conhecido, descreve o amigo Kabeleira. Orivaldo Quirino da Silva, 65 anos, foi sepultado, ontem, no Campo da Esperança, na Asa Sul. No começo da tarde, ao som de Raul Seixas, um cortejo com centenas de motociclistas fez a última homenagem ao companheiro de estrada. “Foi mais de uma hora de trajeto, entre o P Sul (Ceilândia) e o cemitério. Muita gente participou. No velório, foram dois dias sempre recebendo gente. Não esperávamos tanta comoção. Ele se tornou uma lenda”, afirma Pica-Pau.
Kabeleira faleceu na terça-feira, após três semanas internado em estado grave devido a um acidente de trânsito, ocorrido em 28 de agosto. Humberto Alencar, 57 anos, relações públicas dos Kamikazes, conta que veículo em que Orivaldo estava de carona encontrava-se estacionado no canteiro central, em frente à Administração de Ceilândia, quando um motorista embriagado, em alta velocidade, colidiu com o carro, que acabou capotando na via. Uma das passageiras morreu na hora, e Orivaldo foi levado para o Hospital de Ceilândia (HRC) com traumatismo craniano. Ele deixou dois filhos.

Tributo

Referência entre os motociclistas da capital, Kabeleira destacava-se pela criação de triciclos. “Ele mesmo montava os veículos, gostava de fazer isso”, relata Humberto. Emocionado, ele relembra com carinho os quase 40 anos de amizade. “Kabeleira era um cara muito tranquilo, tinha um coração puro e gostava de viver. Ele pode não estar mais entre a gente, mas em nossos corações sempre estará”, descreve o amigo.
Humberto ressaltou que deseja criar um tributo ao amigo. “Queremos fazer algo para honrar a memória dele. O intuito é que seja elaborado um evento anual na data de falecimento do Kabeleira”, revela. Enquanto o tributo não chega, as memórias e recordações marcam aqueles que tiveram a oportunidade de conviver de perto.
“Lembro da viagem que fizemos para Pirapora (MG). Estávamos em um restaurante e tinha uma bandeja, aquelas que os garçons usam, de metal, e o Kabeleira sentou em cima enquanto uma outra pessoa o empurrava pela calçada. Uma farra só. Sempre vou lembrar desse momento”, rememora Pica-Pau. “Tenho até hoje a bandeja, pois tivemos de pagar por ela. Ficou toda arranhada”, completou. Para os amigos, Orivaldo era uma pessoa alegre e divertida, que será eternizada.

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