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O que mudou na relação do brasileiro com o dinheiro

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 Não é novidade para ninguém o enorme impacto negativo que a pandemia de Covid-19 causou no mundo todo. Em 2020, a maioria dos países tiveram crescimentos econômicos bem abaixo do esperado ou, pior, viram o tamanho de sua economia encolher. E isso, obviamente, afetou diretamente a vida da maioria das pessoas. Por isso hoje, nós da www.betsonly.net(um dos maiores sites sobre apostas esportivas do Brasil) falaremos um pouco mais sobre como a pandemia afetou a vida financeira do brasileiro e como isso pode fazer com que nós todos mudemos a relação que temos com o dinheiro.

 Recentemente, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil em parceria com a Offer Wise Pesquisas revelou que para 62% da população brasileira 2020 foi financeiramente pior do que 2019. E não apenas isso, para 52% dos entrevistados os rendimentos não acompanharam o aumento dos preços das mercadorias, enquanto 45% das pessoas teve redução em sua renda familiar e 42% perdeu o emprego ou viu um familiar perder o emprego. A causa apontada, por quase a totalidade das pessoas, para essa tragedia financeira foi uma só: a pandemia. 97% dos entrevistados disseram que a causa principal de seus problemas financeiros foi a pandemia. Essa mesma pesquisa revelou que 81% dos entrevistados tiveram que cortar gastos, afim de, principalmente, pode pagar contas básicas do dia a dia. As principais áreas onde os brasileiros cortaram gastos, segundo a pesquisa, foram na área de vestuário e calçados (47%), refeições fora de casa (46%) e lazer (39%). Outra pesquisa, essa do Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGVcef) em parceria com a Toluna revelou dados parecidos. Segundo essa pesquisa, quase 64% das pessoas viu sua renda diminuir entre 2019 e 2020. Essas e outras pesquisas mostram basicamente a mesma coisa. Que a pandemia fez com que a maioria dos brasileiros tivessem que lidar com uma situação de encolhimento de renda, onde não apenas tiveram que abrir mão de “luxos” e coisas “supérfluas”, mas também enfrentar dificuldades para arcar até mesmo com despesas básicas do dia a dia. Segundo uma outra pesquisa, essa do Instituto Locomotiva e da Xpeed, cerca de 70% dos brasileiros chegaram a conclusão, nos últimos 12 meses, que sua renda era insuficiente para arcar até mesmo com as despesas básicas rotineiras. Sendo que 41% dos entrevistados admitiram que se tivessem uma despesa inesperada no valor de seu rendimento mensal não teriam como pagá-la.

 Nessa mesma pesquisa, 63% dos entrevistados consideram ter apenas conhecimentos muito básicos sobre finanças. Contudo, o cenário parece ainda mais alarmante já que a maioria daqueles que dizem ter conhecimentos mais “avançados” sobre finanças mal conseguiram calcular juros simples. Mas essa situção também tem seu aspectos, digamos assim, “positivos”. A mesma pesquisa indicou que as dificuldades financeiras causadas pela pandemia fizeram com que 47% dos entrevistados passassem a repensar sua relação com o dinheiro. Enquanto 41% dos entrevistados passaram a pesquisar mais sobre finanças e 90% disseram querer aprender mais sobre finanças e organização financeira. Contudo, aprender sobre finanças e investimentos ainda é um desafio para a maioria das pessoas, que veem a “liguagem” financeira como algo quase “cifrado”. Segundo um levantamento do Google cerca de 60% dos que dizem querer aprender mais sobre finanças e investimentos consideram que é difícil entender a linguagem do mundo financeiro.

 Diante desses números podemos concluir que as dificuldades impostas pela pandemia fizeram com que os brasileiros se interessassem mais por educação financeira. Resta agora aos governos e, também, àqueles que trabalham nessa área encontrar uma maneira de destrinchar o tema e entregá-los de uma forma mais “digerível” a essa enorme população sedenta por conhecimento.

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