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Segundo motorista em emboscada à Marielle recebeu menção honrosa na Alerj por indicação de Flávio Bolsonaro

Em áudio anexado à denúncia feita pela Procuradoria Geral do Rio de Janeiro, Beto Bomba, líder da milícia do Rio das Pedras, revela que quem estava em um segundo carro, de apoio à execução de Marielle, seria o major Ronald Pereira, que recebeu menção honrosa em 2003 na Alerj por indicação de Flávio Bolsonaro

Da Revista Fórum - Em áudio anexado à denúncia feita pela ex-PGR Raquel Dodge, Beto Bomba, líder da milícia de Rio das Pedras, cita que quem estava em um segundo carro, dando apoio ao crime, seria o major Ronald Pereira, que recebeu menção honrosa em 2003 na Alerj por indicação de Flávio Bolsonaro

Reportagem de Marina Lang, no site The Intercept neste domingo (10), revela que as investigações da polícia ignoraram um segundo carro Cobalt, de cor prata, com as mesmas placas clonadas, que circulava a cerca de 50 quilômetros do local do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes no momento do crime.

Segundo a reportagem, um segundo carro que daria apoio ao assassinato foi revelado em uma das conversas gravadas entre o vereador Marcello Siciliano, do PHS, e o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, chefe da milícia de Rio das Pedras.

Beto Bomba teria dito que quem estava neste segundo carro, dando apoio ao crime, era o major Ronald Paulo Alves Pereira. O áudio estaria anexado na denúncia feita pela ex-procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Por indicação de Flávio Bolsonaro, Major Ronald foi homenageado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em 2003 quando era investigado como um dos executores na cinco jovens.

Na época, Flávio fez uma Moção de Louvor e Congratulações que homenageasse o policial por “importantes serviços prestados ao Estado do Rio de Janeiro quando da operação policial realizada no Conjunto Esperança no dia 22 de janeiro de 2004”, um confronto que teria resultado na morte de três pessoas.

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