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Witzel diz que milícia transita no poder: "eles são mafiosos, tentando ali cooptar agentes públicos"

Governador do Rio tentou minimizar rusgas que vive com o clã Bolsonaro e diz que tenta, sem sucesso, marcar audiência com o presidente e que Flávio não atende seus telefonemas

Revista Fórum - Em entrevista ao jornal O Dia, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) evitou polemizar com o clã Bolsonaro, de quem se afastou no primeiro ano de mandato e teve atritos, especialmente com Jair Bolsonaro, sobre as investigações conduzidas pelos orgãos de segurança estaduais sobre milícias e o esquema de “rachadinha” envolvendo Flávio Bolsonaro.

“Ela fica em um nível entre vereadores, prefeitos. Pode ter também algum relacionamento de um parlamentar que desconheça, mas ela está transitando no poder. Eles são mafiosos, tentando ali cooptar agentes públicos. Mas o principal foco da milícia não é estar diretamente com o poder. O que a milícia quer é intimidar o cidadão de bem para ele pagar a segurança, o gás, o ‘gatonet'”, disse Witzel.

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