Portugal

Casa de Chá foi novamente vandalizada. APPACDM apresentou queixa

No final de Maio, uma equipa de voluntários tinha ajudado a devolver a cor original às paredes da Casa de Chá do Jardim da Sereia de Coimbra, que já tinha sido alvo de pichagens. Não demoraria muito até que o espaço gerido pela Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) voltasse a ser vandalizado.

Na última noite do mês, uma parede da Casa de Chá foi alvo de uma inscrição de cerca de quatro metros por dois, com spray prateado e vermelho. Desta vez, os responsáveis pela associação de Coimbra apresentaram queixa na PSP e fazem agora um apelo para que a população da cidade esteja mais atenta e denuncie esta prática.

“Acredito profundamente que quem fez isto não conhece o projecto da Casa de Chá”, começa por dizer a presidente da APPACDM de Coimbra, Helena Albuquerque, em conferência de imprensa nesta segunda-feira.

A Casa de Chá da Sereia é uma das principais fontes de verbas da APPACDM, tendo com o objectivo integrar profissionalmente cidadãos com deficiência mental. Actualmente o estabelecimento tem três funcionários.

Uma nova intervenção na parede que foi vandalizada, estima Helena Albuquerque, ronda os mil euros. A responsável conta que, em Abril de 2017, uma equipa de voluntários tinha pintado as paredes exteriores da casa, iniciativa que se repetiu no final do passado mês de Maio.

Passaram sete anos desde que o estabelecimento abriu portas, mas o vandalismo tem vindo a intensificar-se nos últimos dois, afirma a presidente. “Mais do que aumentar o número de polícias tem de haver sensibilização da população”, alerta. A responsável lançou um apelo para que instituições como a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) ou a universidade procurem sensibilizar os jovens para esta problemática.

Está também a decorrer uma campanha de angariação de fundos para uma intervenção mais aprofundada na casa, uma vez que o telhado e a sala principal precisam de manutenção.

A Casa de Chá é apenas mais um dos edifícios da cidade afectados pela proliferação de graffiti. Também no Jardim da Sereia estão instaladas várias esculturas de Rui Chafes, que têm vindo a ser alvo de inscrições, mesmo depois de o município ter procedido à reparação em 2016.

Mas é na Alta da cidade que o problema tem vindo a ganhar maior visibilidade. O Museu Nacional Machado de Castro, a Sé Velha e a Igreja de São Salvador (século XII) foram alguns dos edifícios afectados. O presidente da autarquia, Manuel Machado, disse à Agência Lusa que não descartava a possibilidade de instalar videovigilância naquela zona da cidade. O combate às pichagens custa à CMC cerca de 500 mil euros por ano.

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