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EUA insistem que Crimeia pertence à Ucrânia e criticam Putin

A porta-voz do Departamento, Heather Nauert, criticou no texto as palavras que Vladimir Putin pronunciou hoje, durante um comício no porto de Sebastopol, a poucos dias do quarto aniversário do referendo polémico, considerado ilegal pela comunidade internacional, que permitiu a anexação russa da Crimeia.

"Durante um comício eleitoral na Crimeia, no dia de hoje, o presidente Putin reiterou as falsas reivindicações da Rússia sobre o território ucraniano, em outra demonstração que o governo russo despreza a ordem internacional e desrespeita a integridade territorial das nações soberanas", afirmou Nauert.

No seguimento das declarações de Putin, a porta-voz do Departamento de Estado chamou a atenção para a "ilegitimidade" do referendo que premiu à Rússia anexar a Crimeia e criticou "o tremendo custo humano que o governo russo impôs ao povo da Crimeia".

A propósito, assegurou que "as autoridades de ocupação russas" perseguiram os ucranianos de origem, os ativistas que defendem a manutenção da Crimeia na Ucrânia e a minoria tártara da Crimeia, de confissão muçulmana sunita, que não reconhece a anexação da península pelos russos.

Nauert destacou ainda "os julgamentos politicamente motivados" e "a repressão contínua" de membros da sociedade civil e jornalistas independentes.

Durante a sua ação eleitoral, Putin falou hoje do conceito da "Mãe Rússia" e assegurou que foi restabelecida uma "justiça histórica", ao anexar-se a Crimeia, que foi uma república autónoma no quadro da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e passou a ser controlada diretamente pela Ucrânia em 1995.

A Federação Russa realiza em 18 de março eleições presidenciais, em que se dá por garantida a vitória de Putin, data que coincide coma anexação da Crimeia.

Em 18 de março de 2014, Putin assinou a anexação da Crimeia durante uma cerimónia oficial no Kremlin, decisão que foi condenada unanimemente pelo Ocidente e que levou à aplicação de sanções à Federação Russa.

Esta anexação da Crimeia, denominada na Federação Russa como 'reunificação', fez disparar a popularidade de Putin.

A decisão de arrebatar a península à Ucrânia foi tomada pessoalmente por Putin, depois de meses de agitação no país, que provocou a mudança no poder em Kiev.

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