logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo logo
star Bookmark: Tag Tag Tag Tag Tag
Portugal

Líder do PP diz que "a bola está do lado" de Pedro Sánchez

No exterior da sede, diante de 100 pessoas e acompanhado pelos principais deputados do partido, Pablo Casado deixou claro que os interesses do PP são "incompatíveis" com a abordagem de Sánchez, embora tenha esclarecido que o partido "exercerá a sua responsabilidade e a sua alternativa".

Deste modo, Pablo Casado deixou a sua posição em aberto, depois de verificar que o PP obteve um "bom resultado", com 21 assentos a mais do que nas últimas eleições em 28 de abril, salientando no entanto, que Espanha teve um mau resultado para a sua "governação e para o seu futuro" acrescentando que Sánchez foi "o grande derrotado" do dia, depois de perder três lugares.

Nas eleições de 28 de abril, os socialistas do PSOE tiveram 28,7% dos votos, seguidos pelo PP com 16,7%, o Cidadãos (direita liberal) com 15,9%, o Unidas Podemos (extrema-esquerda) com 14,3% e o Vox (extrema-direita) com 10,3%.

Os socialistas do PSOE ganharam as legislativas de hoje em Espanha sem maioria, conseguindo 120 deputados, menos três do que nas eleições anteriores, quando estão contados 99,9% dos votos e atribuídos todos os 350 lugares no parlamento.

O segundo partido mais votado é o PP (direita), que fica com 87 deputados (tinha 66), seguindo-se o Vox (extrema-direita), que passa a ser a terceira força política em Espanha depois de mais do que duplicar a sua representação parlamentar, passando de 24 para 52 deputados.

A Unidas Podemos (extrema-esquerda) perde lugares e votos, ficando com 35 deputados (tinha 42), e o mesmo acontece aos Cidadãos (direita liberal), que elegeram hoje apenas 10 representantes (tinham 57).

As eleições de hoje foram convocadas em setembro pelo Rei de Espanha, depois de constatar que o primeiro-ministro socialista em funções, Pedro Sánchez, não conseguiu reunir os apoios suficientes para voltar a ser investido no lugar na sequência das eleições de abril.

Themes
ICO