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Ostapenko tem muita vontade de voltar ao topo

Quando Jelena Ostapenko ganha um encontro em Roland Garros é difícil pará-la. Em 2016, a tenista letã perdeu na estreia, mas no ano seguinte, ninguém a impediu de sair de Paris com o seu primeiro troféu do Grand Slam, nem mesmo Simona Halep, derrotada na final em que era favorita. Nas duas visitas seguintes e já depois de ter atingido o quinto lugar do ranking, perdeu sempre na estreia… até este ano. Ostapenko já somou duas vitórias concludentes, como a que eliminou da prova a checa Karolina Pliskova, quarta no ranking mundial e a mais cotada das jogadoras que ainda não triunfaram num major.

A decisão de não se deslocar ao US Open parece ter sido a melhor, embora nos dois torneios que realizou nas vésperas de Roland Garrros não tenha ido longe. Mas os dois encontros ganhos em Estrasburgo, na semana passada, foram importantes para repor a confiança na jogadora, que assinou 27 winners, contra somente nove de Pliskova. Números que recordam o perigo que Ostapenko representava para as suas adversárias em 2017.

“É difícil de comparar porque há três anos eu era mais nova, não tinha medo, ninguém me conhecia realmente, mas agora sim. Agora sabem que sei jogar e sabem como jogar contra mim”, explicou a agora 43.ª mundial, após vencer, por 6-4, 6-2, em 1h09m.

Determinada a voltar ao topo da hierarquia mundial, Ostapenko recorreu aos serviços do experiente Thomas Hogstedt, ex-treinador de Li Na, Maria Sharapova ou Madison Keys. “Quero mais e quero regressar ao top 5, top 10, e a vencer outro Slam, passo a passo. É nisso que estou a trabalhar, na minha consistência; provavelmente, é a chave do meu jogo”, frisou a letã de 23 anos.

Ostapenko foi uma das quatro campeãs do Grand Slam a passar à terceira ronda, juntamente com Sofia Kenin, Petra Kvitova e Garbiñe Muguruza. Na parte superior do quadro só sobrevive uma – Simona Halep.

No torneio masculino, Novak Djokovic afastou o lituano Ricardas Berankis (66.º), por 6-1, 6-2 e 6-2 e passou a averbar 70 vitórias em cada torneio do Grand Slam, igualando Roger Federer.

Quanto à reedição da final da última edição do Millennium Estoril Open, foi novamente ganha por Stefanos Tsitsipas (6.º) ao uruguaio Pablo Cuevas (60.º), agora em três sets, mas cedendo menos três jogos e em menos 16 minutos do que então: 6-1, 6-4 e 6-2.

Vitorioso esteve também o campeão em título do Lisboa Belém Open – challenger cuja edição 2020 decorre na semana após Roland Garros. Roberto Carballes Baena (101.º) impôs a sua maior regularidade ao ofensivo Denis Shapovalov (11.º), mas só ao fim de cinco horas de jogo: 7-5, 6-7 (5/7), 6-3, 3-6 e 8-6.

Matteo Berrettini, Roberto Bautista Agut, Andrey Rublev, Karen Khachanov e Pablo Carreño Busta seguem igualmente para a terceira ronda.

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