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Portugal

Paulino Ascenção acusa PSD de “enganar os madeirenses com a questão do ferry”

“O PSD enganou bem os madeirenses com a questão do ferry”, começa por dizer Paulino Ascenção, coordenador do Bloco de Esquerda (BE) na Madeira, num comunicado dirigido à imprensa, esta segunda-feira, dia 13 de Janeiro.

De acordo com bloquista as promessas de trazer de volta a ligação marítima de passageiros e o lançamento concursos internacionais por parte do partido do Governo não passaram “de uma encenação”, para manter a Madeira “refém do monopólio do grupo que controla o transporte de mercadorias e os portos (os mais caros da Europa e sem pagar contrapartidas)”.

Paulino Ascenção nota que “o ferry operou durante quatro anos sem encargos para o orçamento regional, mas o sucesso inicial da operação beliscava os interesses instalados e então foram criados obstáculos artificiais que levaram à saída da Naviera Armas da Madeira no início de 2012”. “As taxas portuárias subiram até o valor de um milhão por ano e o transporte de carga sofreu restrições absurdas”, que “tornaram o custo da operação incomportável”, sustenta o dirigente do BE.

Relativamente a 2015, o Bloco diz que “a farsa conheceu novos actos” e observa que “foram desencadeados processos de consulta e um concurso internacional, para mostrar que não havia interessados, pois as condições em termos de taxas portuárias e de restrições ao transporte de carga mantinham-se as mesmas que levaram à saída do Armas”. Paulino Ascenção vai mais longe e acusa o Governo Regional de isentar a tarifa TUP carga, apenas “após estar adjudicado ao grupo Sousa o contrato para 12 viagens por 3 milhões ao ano e por três anos”.

A conclusão? “O PSD mente deliberadamente ao longo do tempo. Mentiu quando prometeu mudar a concessão dos portos ‘doa a quem doer’ e mentiu ao prometer o ferry. Nunca teve intenção de cumprir e o facto é que continua tudo na mesma. O maior partido da oposição está igualmente refém dos mesmos interesses, pois a alternativa que propôs foi multiplicar por quatro as ajudas da região ao grupo monopolista, em vez da defesa dos interesses da maioria da população quer ser o melhor intérprete dos interesses dos poderosos”, reforça o coordenador regional do Bloco.

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