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Angola

Governo da Venezuela rejeita sanções dos EUA a deputados

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra sete deputados afectos ao poder, entre os quais Luis Parra Rivero, por terem tentado impedir, recentemente, o presidente cessante da Assembleia Nacional da Venezuela, o opositor Juan Guaidó, de aceder ao parlamento.

Em comunicado, o Governo de Nicolás Maduro rejeita "a nova agressão norte-americana", por ter como objectivo "interferir e minar o bom funcionamento das instituições democráticas do país", referindo que se trata de uma "medida arbitrária" contra o presidente do parlamento, Luis Parra.

Os restantes sancionados são os deputados José Gregorio Noriega Figueroa, Franklyn Leonardo Duarte, José Dionísio Brito Rodríguez, Conrado António Pérez Linares, Adolfo Ramón Superlano e Negal Manuel Morales Llovera.

Luís Eduardo Parra Rivero, Ramón Adolfo Superlano, Conrado António Pérez Linares e José Dionísio Brito Rodríguez foram acusados, em finais de 2019, pela oposição venezuelana de estarem envolvidos em corrupção com o programa estatal de importação de alimentos a preços subsidiados, pelo regime, que depois são distribuídos entre a população.

A 05 de Janeiro último vários deputados do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, o partido do Governo) e das forças políticas que apoiam o presidente Nicolás Maduro impediram o presidente do parlamento, o opositor Juan Guaidó, e uma centena de opositores de entrarem no Palácio Federal Legislativo.

Com o bloqueio, os deputados do chavismo tentaram impedir a realização das eleições em que Juan Guaidó seria reeleito presidente do parlamento e realizaram uma votação que a oposição alega ser fraudulenta e ter sido efectuada sem quórum, na qual Luís Eduardo Parra Rivero foi "eleito" para substituir o líder opositor.

Durante o bloqueio, a maioria parlamentar opositora reelegeu Juan Guaidó como presidente do parlamento até finais de 2020.

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