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Angola

Presidente do Níger demite chefe do Estado-Maior do Exército

O chefe de Estado convocou segunda-feira um Conselho de Ministros extraordinário para aprovar modificações profundas na cadeia de comando do exército.

Além da demissão do general Mohamed, no cargo desde 2018 e que foi substituído pelo major-general Salifou Modi, o presidente do Níger demitiu também altos funcionários da instituição militar, como o secretário-geral do ministério da Defesa Nacional e o Inspector-geral do Exército.

As mudanças feitas pelo presidente ocorrem cinco dias depois do ataque terrorista jihadista contra uma base militar em Chinagodar, que causou a morte de 89 militares das forças armadas nacionais e 77 atacantes, de acordo com o balanço oficial relatado pelo porta-voz do Governo, Abdourahmane Zakaria, no domingo.

A medida provocou várias reacções na opinião pública, entre alguns que a aplaudiram e outros que a consideraram insuficiente.

"É apenas uma distracção para atenuar a raiva das populações, que começam a reagir contra a multiplicação de massacres dos soldados do Níger pelos terroristas", disse à agência de notícias Efe uma fonte policial em Niamey.

A mesma fonte acrescentou que as sanções devem afectar os líderes políticos responsáveis pela área da defesa e segurança antes de chegarem aos militares "que não fazem nada além do que executar as ordens".

Segundo outros observadores, as demissões representam um "forte sinal" por parte do presidente, e representam também um reconhecimento do trabalho de outros militares no terreno.

Num só mês, o Níger perdeu mais de 170 soldados na região de Tillaberi (sudoeste) em vários ataques terroristas contra posições militares.

O chefe de Estado viajou segunda-feira para França onde participou da reunião convocada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, com os líderes da região do Sahel, na cidade francesa de Pau, para analisar o ressurgimento da ameaça terrorista na zona.

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