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Flamengo bate o Palmeiras, vence a segunda seguida e embala no Brasileirão

 (crédito: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

(crédito: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

O silêncio das arquibancadas do Estádio Nacional Mané Garrincha, ocupadas apenas por membros da imprensa, staff dos clubes e funcionários envolvidos na partida, gerou um ambiente bem diferente daquele que Flamengo e Palmeiras se acostumaram a ver quando jogam no Distrito Federal. Válido pela 31ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, o jogo desta quinta-feira (21/1) tinha um certo ar de mata-mata. Colados na tabela, os dois times iniciaram os 90 minutos com a intenção de colar no líder Internacional. Ao apito final, somente o rubro-negro carioca alcançou o objetivo ao vencer por 2 x 0.

Acostumado com a movimentação frenética de jogos do Brasileirão, o Mané Garrincha estranhou a paz do pré-jogo, quando era possível ouvir, sem esforço, cada toque na bola durante o aquecimento e os cliques dos registros feitos pelos repórteres fotográficos. Porém, foi só a bola rolar para a principal arena candanga reviver, em parte, o clima de um jogo com status de decisivo entre dois grandes times do cenário nacional. A última vez havia sido em 16 de fevereiro de 2020, quando o Flamengo venceu o Athletico-PR, por 3 x 0, na final da Supercopa do Brasil, competição que a arena vislumbra ser sede fixa.

Quando o juiz apitou o início do jogo, o gramado ficou agitado. O Flamengo começou trocando passes, mas sofreu o primeiro susto quando Vinã cruzou e Willian, livre, chutou por cima. Isso foi suficiente para o rubro-negro melhorar. Aos cinco minutos, em bela tentativa, Arrascaeta emendou uma bicicleta e parou em Weverton. Sem espaço para sair com a bola, o Palmeiras limitou-se a tentar marcar as investidas do rival em busca de um contra-ataque. Aos 23, os cariocas dominavam com 73% de posse de bola.

Aos 28, nova chance do Flamengo. Gabriel recuperou a bola, que chegou aos pés de Everton Ribeiro, mas o meia chutou para fora. Conforme a partida esquentava, os bancos de reserva de cada um dos times, somados aos staffs, incorporavam o papel de torcedores em cada jogada. Foi assim aos 33, quando Rodrigo Caio precisou ser substituído pelo contestado Gustavo Henrique. Melhor na marcação, o Palmeiras lançou-se ao ataque e teve duas chances em cruzamentos de bolas paradas na lateral esquerda, mas o time de Abel Ferreira não aproveitou.

Porém, aos 45, uma trapalhada da zaga jogou água fria na evolução palmeirense e o rubro-negro chegou ao gol. Após Gabigol pressionar a saída alviverde e roubar a bola, Bruno Henrique passou para Arrascaeta, que tocou por baixo das pernas de Weverton. Na tentativa de cortar, Kuscevic chutou em cima de Luan, que marcou contra. “Foi um azar do Luan. Ainda chegou a saltar para desviar da bola, mas ela acabou batendo nele”, lamentou o atacante Luiz Adriano na saída de campo. “O perde e pressiona está funcionando. Isso é fruto de treinamento. O Gabi roubou a bola ali e deu certo”, comemorou Willian Arão.

Rubro-negro mata o jogo

Ciente de que a derrota comprometeria a busca pela taça do Brasileirão, o Palmeiras voltou mais atento e quase empatou aos nove, quando Gabriel Menino pegou sobra na entrada da área e, livre, bateu para fora. O cenário do primeiro tempo havia se invertido. Enquanto o alviverde ficava mais tempo com a bola, o rubro-negro tentava o contra-ataque.

Aos 20, Bruno Henrique escapou pela esquerda, mas não encontrou ninguém para aproveitar o cruzamento rasteiro. Na bola parada, o rubro-negro teve outra ótima chance. Filipe Luís cobrou falta na cabeça de Gustavo Henrique. Sem marcação, o zagueiro mandou para fora.

Conforme a noite de Brasília esfriava, a partida também caía de temperatura. Com a vantagem, o Flamengo retomou o controle do meio-campo. Em saída errada do Palmeiras, Bruno Henrique dominou e chutou colocado. Com um belo movimento, Weverton mandou para escanteio. A cobrança, aos 39, foi fatal. Vitinho mandou para área e, no bate e rebate, a bola sobrou para Pepê garantir a vitória rubro-negra no Mané Garrincha e dar o terceiro lugar ao Fla, que chegou aos 55 pontos. “Trabalhei para essa oportunidade, fiquei praticamente um ano e meio só treinando, mas sabia que minha hora chegaria”, comemorou.

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