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Lula é a única chave para superar positivamente nossas crises

"O País não pode se dar o luxo de prescindir do melhor presidente que o Brasil já teve, que saiu do governo com 87% de apoio dos brasileiros e o respeito do Brasil no mundo", escreve o sociólogo Emir Sader

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Há uma crise generalizada de representação política no País. Nada nem ninguém tem credibilidade para implementar as políticas que o Brasil precisa. Nenhuma liderança consegue convencer os brasileiros dos caminhos que o País precisa trilhar. Ninguém tem o respeito e a confiança da massa da população.

A ruptura com a democracia faz com que tenhamos governos eleitos de forma fraudulenta, manipulando a opinião pública com monstruosas operações de internet, com fake news no lugar de discursos e propostas, com um presidente que fugiu de participar de qualquer debate, com o beneplácito da mídia e do Judiciário. A mídia liquidou sua credibilidade ao participar da operação de forjar o golpe contra uma presidenta recém reeleita pelo voto popular. Depois, ao ser agente ativo ao forjar a imagem do Lula culpado e impedido de se eleger presidente do Brasil – com vitória no primeiro turno, segundo todas as pesquisas -, mudando o destino do País e participando da operação que permitiu a eleição de um chefe de milícia como presidente do Brasil.

Não temos mais mídia livre e democrática, pluralista, que expresse as opiniões presentes na sociedade, que sirva como espaço de informação com múltiplas fontes, de discussão, com múltiplas vozes. A mídia foi porta-voz do golpe contra a democracia, ao invés de defender a democracia. Foi instrumento da prisão e da condenação do Lula sem provas. Foi a ponte que permitiu a eleição de um personagem monstruoso na presidência do País, ao invés do melhor presidente que o Brasil já teve.

O Judiciário atuou como agente político de desqualificação da democracia, atuando sem freios, sem normas, sem provas, para deformar o sistema político, forjar provas, permitir a eleição de alguém desqualificado e sem condições, na democracia, de ser eleito presidente. Um Judiciário que permite que alguém, ocupando o cargo de presidente da República, cometa todo tipo de crimes de responsabilidades, e se mantenha no cargo, levando o Brasil ao maior desprestígio no mundo.

Não temos mais Judiciário, nem mídia, nem Congresso que zelem pela democracia, que obriguem o governo a atuar, com prioridade absoluta, contra o maior genocídio de saúde pública, que mata mais de mil brasileiros por dia, mais de um brasileiro por dia, sem nenhum plano de ação do governo. Que permite a destruição da Amazônia e o massacre das populações indígenas. Que permite uma política econômica genocida, que não promove nem a retomada do crescimento econômico, nem a geração de empregos. Que convive com a maioria da população brasileira sobrevivendo na precariedade.  Que tolera a destruição da educação pública e da saúde pública.

No meio desse descalabro institucional, em que nenhuma instituição mantém legitimidade e é respeitada pela população, em que nenhuma liderança tem prestígio para ser ouvida,  atendida e respeitada pela população, a única exceção é o Lula. O País não pode se dar o luxo de prescindir do melhor presidente que o Brasil já teve, que saiu do governo com 87% de apoio dos brasileiros e o respeito do Brasil no mundo.

O modelo que ele implementou permitiu o Brasil ter o governo mais virtuoso da nossa história, que permitiu a combinação de desenvolvimento econômico com políticas sociais, geração de emprego, prestígio externo e democracia. Tudo o que o Brasil precisa para superar sua crise atual. 

Um País que poderia estar enfrentando a grave crise de saúde pública atual com o SUS e todo o setor público de saúde fortalecidos. Com um ministro da saúde que já tenha provado, nos governos do PT, sua dedicação à saúde da população brasileira. Com créditos que permitam a economia retomar seu crescimento, gerando empregos. Com políticas sociais que diminuam a desigualdades, terminem com a fome e a miséria, promovam a inclusão social.

Somente um líder como o Lula, que sabe apreender as necessidades do povo, que fala e ouve o povo, que traduz essas necessidades em políticas, que compõe um bloco político capaz de governar o País e consolidar os apoios sem os quais nenhum governo consegue dirigir o País. Um líder que conversa com todos, que governa para a maioria, que pensa as necessidades do País como um todo. Um estadista, que representa o Brasil no mundo e defende os nossos interesses no mundo.

Só Lula pode comandar a superação das crises atuais – a de saúde pública, a econômica, a social e a política. 

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