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Acordo sobre pacote de estímulo à economia dos EUA sem avanços

A presidente da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso norte-americano), a democrata Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro da administração republicana norte-americana, Steven Mnuchin, mantiveram hoje uma conversa telefónica durante 52 minutos, mas sem grandes avanços, indicaram as agências internacionais.

Apesar das conversações políticas ainda prosseguirem, a perspetiva de não existir um consenso sobre um plano de apoio à economia dos Estados Unidos da América (EUA) em plena crise pandémica já está a agitar os mercados financeiros norte-americanos.

A bolsa nova-iorquina fechou hoje em forte queda, com o índice seletivo Dow Jones Industrial Average a recuar 2,29%, para os 27.685,38 pontos, na que é a sua queda mais forte desde o início de setembro.

"Numa altura em que a nação regista um número recorde de novos casos de covid-19, continuamos à espera de que a administração [liderada pelo Presidente Donald Trump] aceite a nossa proposta sobre um plano sanitário, que inclui um roteiro nacional para testes e rastreamento", escreveu na rede social Twitter o porta-voz de Nancy Pelosi, Drew Hammill.

O porta-voz assegurou, porém, que a líder da maioria democrata na Câmara dos Representantes continua "otimista quanto à possibilidade de se alcançar um acordo antes das eleições" presidenciais, agendadas para 03 de novembro.

Por sua vez, o principal conselheiro económico da Casa Branca, Larry Kudlow, preferiu manter uma posição mais conservadora e menos otimista, indicando, em declarações ao canal especializado em informação financeira CNBC, que as "discussões claramente abrandaram", mas que "ainda não acabaram".

"Não quero fazer previsões", acrescentou o conselheiro económico da administração Trump.

Mesmo que seja alcançado um acordo nos próximos dias, um plano desta envergadura exigiria várias semanas ou mesmo meses para ser acionado, de forma a fornecer ajuda concreta às empresas e famílias norte-americanas em dificuldades devido à pandemia da doença covid-19.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (225.239) e também com mais casos de infeção pelo novo coronavírus confirmados (mais de 8,6 milhões).

"O grande problema é que, embora estejamos próximos, ainda existem grandes diferenças entre nós", acrescentou um assessor da Casa Branca, citado pela agência France Presse (AFP), defendendo que os democratas "deveriam fazer mais concessões".

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