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Portugal

Conferência internacional sobre a Líbia em janeiro em Berlim

"Os preparativos para uma tal conferência estão em curso", declarou Steffen Seibert numa conferência de imprensa regular, adiantando que ocorrerá em janeiro "em qualquer caso" e que poderá realizar-se no próximo domingo, dia 19, embora ainda não se possa confirmar.

Ao mesmo tempo, a presidência turca anunciou uma visita nesse mesmo dia a Berlim do chefe de Estado, Recep Tayyip Erdogan, sem precisar o motivo. E a presidência egípcia indicou que o presidente Abdel Fattah al-Sissi, envolvido no conflito, tinha falado com a chanceler alemã, Angela Merkel.

A conferência deve reunir, sob a égide da ONU, pelo menos 10 países: os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China), Alemanha, Turquia, Itália, Egito e Emirados Árabes Unidos.

O anúncio da cimeira segue-se à entrada em vigor no país de um frágil cessar-fogo entre os beligerantes, o governo de acordo nacional (GNA), reconhecido pela ONU e as forças do denominado Exército Nacional Líbio (ENL) do marechal Khalifa Haftar, homem forte do leste líbio.

Os dois líderes e rivais líbios são esperados hoje na capital russa para realizar reuniões e tentar encontrar uma saída para o conflito, segundo uma informação dada pelo o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

Angela Merkel encontrou-se no sábado em Moscovo com o presidente russo, Vladimir Putin, para analisar a questão.

O presidente francês, Emmanuel Macron, insistiu hoje, por seu turno, na necessidade de o cessar fogo ser "credível, duradouro e verificável" para criar as condições de um reinício do diálogo inter-líbio.

Entre a chegada ao terreno líbio da Turquia, a suspeitada presença de mercenários russos e a existência de vários grupos armados -- nomeadamente milícias 'jihadistas', traficantes de armas e de pessoas -- os países europeus temem que o conflito líbio se internacionalize e degenere.

Desde o início da ofensiva das tropas de Haftar sobre Tripoli foram mortos mais de 280 civis e cerca de 2.000 combatentes, segundo a ONU. Perto de 150.000 líbios foram deslocados.

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