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Conselho de Saúde dos EUA aprova reforço da vacina Johnson & Johnson

A J&J declarou à Food and Drug Administration (FDA) que uma dose extra acrescenta uma importante proteção, dois meses após a toma da primeira dose, mas que poderia funcionar melhor se as pessoas esperassem até seis meses.

Contudo, o FDA decidiu votar por unanimidade que o reforço deveria ocorrer, pelo menos, dois meses depois das pessoas tomarem a primeira dose.

"Penso que isto sempre foi uma vacina para duas doses", afirmou o conselho da FDA, Paul Offit, do Hospital Pediátrico de Filadélfia.

Em setembro, as autoridades de saúde começaram a aplicar os reforços da vacina Pfizer a pessoas com maior de contrair Covid-19, devido a problemas de saúde, ao emprego ou às condições de vida, pelo menos seis meses após a sua vacinação inicial.

A grande maioria dos 188 milhões de americanos que estão totalmente vacinados contra a Covid-19 receberam as vacinas da Pfizer ou da Moderna, sendo que apenas 15 milhões foram inoculados com a J&J.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.878.719 mortes em todo o mundo, entre mais de 239 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Leia Também: EUA já administraram sete milhões de terceiras doses da vacina

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