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Portugal

Gang violento 'saca' 400 mil euros em 10 roubos

Conheceram-se na cadeia quando cumpriam penas por crimes violentos e furto. Altamente perigosos e profissionais, os três ladrões juntaram-se a um outro homem - que tinha como função a vigilância - e dedicaram-se a assaltar carrinhas de valores e empresários chineses que iam depositar dinheiro em bancos. Desde março de 2019 fizeram 10 assaltos em Braga, Famalicão, Guimarães, Matosinhos, Vila Verde e Valongo. Sempre armados e encapuzados, apoderaram-se de mais de 400 mil euros.

O grupo foi detido na sexta-feira depois de ter ameaçado de morte um homem chinês, que ia depositar 30 mil euros num banco, na estrada da Circunvalação, na Senhora da Hora, Matosinhos. Seis dos ataques foram cometidos contra funcionários de carrinhas blindadas - num dos quais, a 12 de janeiro, em Valongo, fugiram com duas malas vazias. À exceção deste, cada assalto rendeu-lhes, no mínimo, 75 mil euros. Em vários casos fizeram disparos e ameaças de morte.

Antes de atacar, o grupo, com idades entre os 31 e os 50 anos, estudava minuciosamente todas as rotinas das vítimas. Tudo era planeado ao pormenor para que o roubo não falhasse. Enquanto um ficava a vigiar, num carro sempre furtado, os outros três abordavam os alvos. Fugiam nessa mesma viatura, que era depois abandonada em locais isolados ou incendiada - e o grupo seguia em carros de cilindrada alta. Seis viaturas, a maioria de marca BMW, foram apreendidas pela PJ.

Um dos assaltantes saiu da cadeia em 2016 e já tem um longo historial de crimes violentos. Vivem no Porto, Matosinhos e Guimarães e não têm profissões lícitas conhecidas. Nas buscas realizadas pelos inspetores foram-lhes apreendidos 18 mil euros, de anteriores assaltos, e as roupas usadas nos crimes. Presentes este sábado no Tribunal de Fafe, ficaram em preventiva. 

PORMENORES
Não apresentaram queixa
Algumas das vítimas de nacionalidade chinesa não apresentaram queixa dos valores roubados pelo grupo. Vão agora ser ouvidas pelos inspetores.



"Estudavam os hábitos"
"Faziam um estudo aprofundado das pessoas e estudavam todos os seus hábitos. São muito perigosos e altamente profissionais", disse este sábado Norberto Martins, diretor da PJ Norte.

Preparados para atacar
Os funcionários das carrinhas de valores eram atacados assim que saíam das viaturas para abastecer caixas multibanco.

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