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Portugal

Rui Rio: “O PSD não pode andar a triturar líderes” como "quem muda de camisa"

TIAGO MIRANDA

O líder social-democrata acredita que a sua continuidade à frente do partido será essencial para a “sustentabilidade” e “credibilidade” do PSD

Rui Rio quer romper com a ideia que se colou à pele do PSD de ser um histórico e irrecuperável “saco de gatos”. Vai daí, e a poucos dias da segunda volta das eleições diretas, o líder social-democrata veio insistir que o partido não pode continuar a “triturar líderes” como “quem muda de camisa”.

Em entrevista à Antena1, o 18º líder da história do partido é claro: “O PSD não pode mudar de líder como quem muda de camisa. Não pode, de congresso em congresso, andar a trocar de líder. Não pode andar a triturar líderes, senão as pessoas olham e vêem que o PSD não merece confiança".

Para Rui Rio, aliás, nem o facto de ter perdido europeias e legislativas com os piores resultados da história recente do partido justificam a sua saída. “Se tivermos de trocar de líder sempre que não ganhamos vamos ter dificuldade em construir uma sustentabilidade e uma credibilidade forte perante a opinião pública”, sublinhou.

Na mesma entrevista, Rio voltou a defender que as esperanças de crescimento do PSD residem no centro do espectro político e que não faz sentido tentar ocupar o espaço de CDS, Iniciativa Liberal ou Chega. “O PSD é tradicionalmente um partido de centro, de equilíbrio, que é onde estão a maior parte dos portugueses. Se perdermos o centro temos muito mais dificuldade em crescer”, argumentou o líder social-democrata.

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