Portugal

Um verão com confiança no futuro

Dentro de poucos dias chega o verão, a estação mais quente do ano e que em condições normais representa um período de merecido descanso para muitos. Tempo de férias, com família e amigos, tempo de banhos de sol e mar, tempo de dias longos e noites quentes que convidam a viver e celebrar. Para outros, especialmente numa Região marcada pelo Turismo, o verão significa trabalho e oportunidade de recuperar de meses menos bons, especialmente se olharmos à realidade do Porto Santo.

Mas este verão será inevitavelmente diferente, não querendo isto significar que trará algo de negativo, muito pelo contrário. Por um lado, e pese embora o elevado grau de incerteza que ainda persiste, este é o verão da esperança. Todos temos a expectativa de que possamos caminhar a passos largos para o fim da pandemia, em simultâneo com a desejada retoma económica, mas sobretudo, com a retoma da normalidade às nossas vidas. Por outro lado, não podemos ignorar que este verão assume particular importância no nosso futuro coletivo, sendo incontornável olhar às eleições autárquicas que ocorrerão dentro de poucos meses.

Quem se envolve na política tem plena consciência de que o “fazer política” está desacreditado, que muitas pessoas não exercem o seu direito de voto por achar que não fazem a diferença, ou porque estão convictos de que “os políticos são todos iguais”. Sendo obviamente suspeito, permitam-me discordar. Desde logo, porque cada voto conta e pode fazer a diferença, sendo a expressão individual da vontade de cada um, num ato livre e secreto, de dar o seu contributo de acordo com as suas convicções sobre aquilo que nos tornará melhores enquanto sociedade.

Mas para que tal aconteça e possa gerar a desejada mobilização, é essencial que os candidatos e respetivos projetos se apresentem ao eleitorado com propostas sérias e credíveis, algo que é, e sempre será, obrigação de quem “faz política”.

É um facto que, nos últimos anos, existiram mudanças significativas em relação ao domínio existente ao longo de décadas, com 2013 e 2019, a marcarem decisivamente um novo panorama político regional, criando igualmente novos equilíbrios e novos compromissos. O fim da hegemonia de um só partido no poder nas autarquias e a perda da maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Madeira, foram o expoente máximo dessa mudança, até à data. Mas esta nova realidade, trouxe aos novos protagonistas maior responsabilidade e elevou o grau de escrutínio que é exercido - e muito bem, diga-se - pelo eleitorado e pela população em geral. É por isso também, tempo de fazer mais e melhor, sendo, para alguns o continuar de um percurso de uma mudança que já se iniciou, para outros a oportunidade de demonstrar que é possível soltar amarras de um longo passado que teima em persistir, mantendo os mesmos vícios de sempre.

Que este seja efetivamente um verão de retoma e de esperança, mas sobretudo um verão de confiança a marcar o futuro da nossa Região, alicerçando bases sólidas para que possamos evoluir cada vez mais de forma sustentada na construção de uma sociedade livre, plena de oportunidades e capaz de enfrentar os desafios que teremos pela frente.

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