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ADI reafirma a política de uma só China e chama atenção do mundo

O maior partido político de São Tomé e Príncipe na oposição, emitiu um comunicado nesta segunda-feira 8 de agosto, para reafirma que só há uma China, e apelar os países com responsabilidade acrescida na geopolítica mundial, para pararem de reanimar conflitos.

«Preocupado com o recente reacendimento das tensões entre a República Popular da China e os Estados Unidos da América, provocado pela visita da congressista norte americana Nancy Pelosi, terceira figura do Estado americano, ao território de Taiwan, reafirma o seu posicionamento relativo ao respeito da política de uma só China, e apela a todos os países, e principalmente aqueles com responsabilidades acrescidas na geopolítica mundial, para que não assumam condutas que e animam conflitos, constituam ingerências em assuntos internos dos outros Estados e ponham em causa a soberania e a integridade territorial de Estados membros das Nações Unidas», diz o partido ADI.

ADI é liderado por Patrice Trovoada, o ex-Primeiro Ministro que decidiu no ano 2016 retomar as relações diplomáticas entre São Tomé e Príncipe e a China, após 20 anos de reconhecimento de Taiwan como Estado soberano pelo arquipélago africano.

São Tomé e Príncipe havia reconhecido Taiwan no ano 1997, e por decisão política do ex-Presidente da República Miguel Trovoada, por sinal pai de Patrice Trovoada.

ADI, defende uma só China, e diz a comunidade internacional que o mundo precisa de paz.

«Ao reafirmarmos a nossa solidariedade com a República Popular da China e o seu povo, aproveitamos relembrar a todos os membros da comunidade internacional que o mundo precisa de paz, e de priorizar esforços conjuntos e sinceros para fazer face aos actuais grandes desafios ambientais, de saúde pública, de segurança e de justiça social que as populações enfrentam», concluiu o partido Acção Democrática Independente (ADI).

Abel Veiga