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E.U.A: Trump planeia novas tarifas contra China

A Casa Branca tem em vista uma centena de produtos chineses, disse à AFP uma pessoa próxima das discussões, que apontou que o montante total ainda não foi definido.

Os temores de uma guerra comercial afectaram as acções americanas nesta quarta-feira, com o índice Dow Jones caindo mais de 300 pontos, ou 1,3%, pouco após as 13h de Brasília.

Legisladores e representantes da indústria consideram que as novas restrições provocarão represálias que poderiam afectar os exportadores americanos.

Em uma reunião na semana passada, Trump disse ao seu gabinete e aos seus assessores que podia atacar a China com tarifas em resposta ao roubo de propriedade intelectual, segundo o portal Politico, que cita três pessoas próximas às discussões.

O representante comercial dos Estados Unidos (USTR), Robert Lighthizer, propôs um pacote de taxas à China equivalente a 30 bilhões de dólares, mas Trump considerou-o insuficiente, de acordo com a mesma fonte.

A proposta actual chegaria a 60 bilhões de dólares, segundo vários meios de comunicação.

"Não podemos permanecer cegos diante das práticas de comércio desenfreadas e injustas contra nosso país!", despertou Trump.

O mandatário tinha previsto  reunir-se a tarde com representantes da fabricante de aeronaves americana Boeing, antes de assistir a uma mesa redonda sobre a reforma fiscal.

O governo de Trump anunciou em 8 de Março tarifas de 25% às importações de aço e de 10% às de alumínio.

No mesmo dia, Trump anunciou diálogos com Pequim para reduzir o déficit comercial dos Estados Unidos em 100 bilhões de dólares, indicando que autoridades chinesas tinham sido "muito colaborativas" e que Washington reduziria o défice comercial dos Estados Unidos em 100 bilhões de dólares, indicando que autoridades chinesas tinham sido "muito colaborativas" e que Washington reduziria o déficit bilateral "de uma forma, ou de outra".

O déficit comercial dos Estados Unidos com a China chegou a um recorde de 375 bilhões de dólares no ano passado, mas as exportações americanas para o país asiático também alcançaram um nível inédito.